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Neste eixo, nos concentramos no meta-uso de tarefas e na contribuição dos professores no desenvolvimento das tarefas. Por exemplo, convidamos futuros professores para descrever uma situação de ensino relacionada a suas próprias experiências iniciais na escola. Reunimos essas situações, as agrupamos tematicamente e convidamos os professores para discuti-las em grupos, para produzir pôsteres sobre os principais pontos da discussão e depois para compartilhar esses pontos com todo o grupo. Os temas que identificamos dizem respeito a questões como a aprendizagem matemática (por exemplo, equívocos, compreensão instrumental e relacional); gestão de sala de aula; envolvimento dos estudantes; e a relação de futuros professores com professores mais experientes. Em outra atividade, apoiada pelo Prêmio Ian Hunter-2015, criamos uma equipe composta por professores de matemática do Ensino Médio (recém-formados e mais experientes), pesquisadores em educação matemática (docentes da universidade e doutorandos) e formadores de professores de matemática para explorar como alcançar o equilíbrio entre a criação de oportunidades para o pensamento matemático de alta qualidade e o atenção à gestão de sala de aula e a questões de comportamento. Especialmente em relação à gestão de sala de aula e ao comportamento, também relacionados ao segundo eixo, implantamos a escala de 10 pontos de Terry Haydn sobre a atmosfera de trabalho na sala de aula, um construto que não foi planejado especificamente para a sala de aula de matemática. Resultados do nosso trabalho incluem sessões de desenvolvimento profissional para professores de matemática em que os professores são convidados para refletirem sobre suas experiências em sala de aula e para darem exemplos de situações de sala de aula usando a linguagem da escala de Haydn.

Publicações mais recentes Publicações mais recentes

Nardi, E., Healy, L., Biza, I., & Fernandes, S.H.A.A. (2018). ‘Feeling’ the mathematics of disabled learners: Supporting teachers towards attuning and resignifying in inclusive mathematics classrooms. In R. Hunter, M. Civil, B. Herbel-Eisenmann, N. Planas, & D. Wagner (Eds.), Mathematical discourse that breaks barriers and creates space for marginalized learners, (pp. 147-170). SENSE Publications.

Biza, I., Nardi, E., & Zachariades, T. (2017). Competences of mathematics teachers in diagnosing teaching situations and offering feedback to students: Specificity, consistency and reification of pedagogical and mathematical discourses. In T. Leuders, J. Leuders, & K. Philipp (Eds.), Diagnostic Competence of Mathematics Teachers. Unpacking a complex construct in teacher education and teacher practice, (pp. 55-78). New York: Springer.

Giraldo, V., Rasmussen, C., Biza, I., Khakbaz, A., Hochmuth, R. (2017). Topic Study Group No. 2: Mathematics Education at Tertiary Level, (pp. 381-386). ICME-13 Monographs. Springer, Cham.

Biza, Irene (2017) “Points”, “slopes” and “derivatives”: Substantiations of narratives about tangent line in university mathematics students’ discourses. CERME (pp. tbc).

Kayali, L., & Biza, I. (2017). “One of the beauties of Autograph is … that you don’t really have to think”: Integration of resources in mathematics teaching. CERME, (pp. tbc).

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