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Outra direção do MathTASK está focada na criação pelos professores de suas próprias tarefas. Por exemplo, convidamos professores trainees a escreverem breves episódios de ensino/aprendizagem a partir de suas próprias experiências escolares durante os primeiros meses do estágio. Reunimos seus episódios, os agrupamos tematicamente, e convidamos trainees para discutirem em grupos esses episódios, produzirem cartazes dos principais pontos da discussão e depois compartilharem esses pontos com todo o grupo. Os trainees levantaram questões intimamente associadas com o ensino e a aprendizagem de matemática – tais como equívocos dos estudantes, compreensões instrumental e relacional na sala de aula de matemática – assim como questões tidas como mais genéricas – como gestão de sala de aula, envolvimento dos estudantes e a relação de futuros professores com professores mais experientes. Em outra atividade inspirada foco expresso geralmente em vários episódios sobre gestão de sala de aula dos trainees por várias narrativas sobre a gestão da sala de aula dos trainees – e com o apoio do Prêmio Ian Hunter 2015-2016 na UEA – criamos uma equipe composta por professores de matemática do Ensino Médio (recém-formados e experientes), pesquisadores em Educação Matemática (professores e doutorandos) e professores de matemática para explorar como alcançar o equilíbrio entre a criação de oportunidades para o pensamento matemático de alta qualidade e o atendimento à gestão de sala de aula e a questão de comportamento. A equipe desenvolveu e implementou Tarefas que oferecem oportunidade para explorar o que impulsiona e o que impele o alcance desse equilíbrio. Como um instrumento nessa discussão, implantamos a escala de 10 pontos de Terry Haydn sobre a atmosfera de trabalho na sala de aula (Haydn, 2012), uma construção que não foi planejada especificamente para a sala de aula de matemática, mas tem sido usada mais geralmente em programas de formação de professores. Os resultados desse trabalho incluem sessões de desenvolvimento profissional para professores de matemática em que os professores são convidados a refletirem sobre suas experiências em sala de aula e a darem exemplos de situações em sala de aula usando a linguagem da escala de Haydn.

Publicações mais recentes Publicações mais recentes

Kayali, L., & Biza, I. (2018). Micro-evolution of documentational work in the teaching of the volume of revolution. PME42, Vol. 3, pp. 195-202.

Nardi, E., Healy, L., Biza, I., & Fernandes, S.H.A.A. (2018). ‘Feeling’ the mathematics of disabled learners: Supporting teachers towards attuning and resignifying in inclusive mathematics classrooms. In R. Hunter, M. Civil, B. Herbel-Eisenmann, N. Planas, & D. Wagner (Eds.), Mathematical discourse that breaks barriers and creates space for marginalized learners, (pp. 147-170). SENSE Publications.

Biza, I., Nardi, E., & Zachariades, T. (2018). Competences of mathematics teachers in diagnosing teaching situations and offering feedback to students: Specificity, consistency and reification of pedagogical and mathematical discourses. In T. Leuders, J. Leuders, & K. Philipp (Eds.), Diagnostic Competence of Mathematics Teachers. Unpacking a complex construct in teacher education and teacher practice, (pp. 55-78). New York: Springer.

Biza, Irene (2017) “Points”, “slopes” and “derivatives”: Substantiations of narratives about tangent line in university mathematics students’ discourses. CERME (pp. 1993-2000).

Kayali, L., & Biza, I. (2017). “One of the beauties of Autograph is … that you don’t really have to think”: Integration of resources in mathematics teaching. CERME, (pp. 2405-2413).

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