O FEEDBACK DOS PROFESSORES O FEEDBACK DOS PROFESSORES

                                                                                 [English] [Ελληνικά]

Os professores que interagiram com a tarefa de Tangente (Eixo 1) disseram:

"[Sim. Fez-me refletir sobre os meus próprios critérios para a escolha de certos exercícios; nas interpretações que eu dou às respostas dos alunos; e sobre a utilidade do feedback, se é adequado, completo e útil.]"

 

"[A dificuldade da interação com os erros dos alunos é tornada evidente pelas atividades nesta secção, que poderia ser baseada nas diferentes abordagens usadas para resolver os exercícios. Estas atividades reforçaram o meu pensamento sobre o papel das representações e dos limites fixados pela utilização de só uma representação no ensino de matemática.] "

                                                                                               [Leia mais]

Os professores que interagiram com a tarefa de Polígonos (Eixo 2) disseram:

“[Esta reunião influenciou a minha prática docente. Fez-me refletir sobre os diversos fatores que afetam o ensino e a aprendizagem de matemática. Particularmente, fez-me pensar sobre a necessidade e as limitações da tecnologia.]"

 

"[Os problemas discutidos mostraram as crenças de vários alunos sobres as abordagens do ensino. Problemas semelhantes surgem frequentemente nas escolas gregas, como casos onde os estudantes desafiam o professor quando este segue uma abordagem diferente.]"

                                                                                               [Leia mais]

Professores que interagiram com tarefas do eixo do CAPTeaM (Eixo 3) disseram:

“Esta sessão nos deu a oportunidade de aventurar fora do contexto estreito e limitado em que vemos a prática docente, especialmente na disciplina de matemática.”

“Ajudou-me a entender como os alunos entendem as ideias matemáticas de uma maneira concreta e como o seu próprio entendimento pode influenciar e estimular a aula.

Alertou-me ainda mais para o fato de os alunos precisarem ir do concreto, para o pictórico, para o abstrato para dominarem as ideias matemáticas e como os que fizeram, demonstraram pensamento de ordem superior e explicações inesperadas.”

                                                                                              [Leia mais]

Publicações mais recentes Publicações mais recentes

Biza, I. & Nardi, E. (2019). Scripting the experience of mathematics teaching: The value of student teacher participation in identifying and reflecting on critical classroom incidents International Journal for Lesson and Learning Studies, 9(1), 43-56. 

Kayali, L., & Biza, I. (2019). ‘Balancing’ the ‘live’ use of resources towards the introduction of the iterative numerical method. In U. T. Jankvist, M. van den Heuvel-Panhuizen, & M. Veldhuis (Eds.), Proceedings of the Eleventh Congress of the European Society for Research in Mathematics Education, (pp. 3648-3655). Utrecht, the Netherlands: Freudenthal Group & Freudenthal Institute, Utrecht University and ERME. 

Kayali, L., & Biza, I. (2018). Micro-evolution of documentational work in the teaching of the volume of revolution. PME42, Vol. 3, pp. 195-202.

Nardi, E., Healy, L., Biza, I., & Fernandes, S.H.A.A. (2018). ‘Feeling’ the mathematics of disabled learners: Supporting teachers towards attuning and resignifying in inclusive mathematics classrooms. In R. Hunter, M. Civil, B. Herbel-Eisenmann, N. Planas, & D. Wagner (Eds.), Mathematical discourse that breaks barriers and creates space for marginalized learners, (pp. 147-170). SENSE Publications.

 

Twitter Twitter