O FEEDBACK DOS PROFESSORES O FEEDBACK DOS PROFESSORES

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Os professores que interagiram com a tarefa de Tangente (Eixo 1) disseram:

"[Sim. Fez-me refletir sobre os meus próprios critérios para a escolha de certos exercícios; nas interpretações que eu dou às respostas dos alunos; e sobre a utilidade do feedback, se é adequado, completo e útil.]"

 

"[A dificuldade da interação com os erros dos alunos é tornada evidente pelas atividades nesta secção, que poderia ser baseada nas diferentes abordagens usadas para resolver os exercícios. Estas atividades reforçaram o meu pensamento sobre o papel das representações e dos limites fixados pela utilização de só uma representação no ensino de matemática.] "

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Os professores que interagiram com a tarefa de Polígonos (Eixo 2) disseram:

“[Esta reunião influenciou a minha prática docente. Fez-me refletir sobre os diversos fatores que afetam o ensino e a aprendizagem de matemática. Particularmente, fez-me pensar sobre a necessidade e as limitações da tecnologia.]"

 

"[Os problemas discutidos mostraram as crenças de vários alunos sobres as abordagens do ensino. Problemas semelhantes surgem frequentemente nas escolas gregas, como casos onde os estudantes desafiam o professor quando este segue uma abordagem diferente.]"

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Professores que interagiram com tarefas do eixo do CAPTeaM (Eixo 3) disseram:

“Esta sessão nos deu a oportunidade de aventurar fora do contexto estreito e limitado em que vemos a prática docente, especialmente na disciplina de matemática.”

“Ajudou-me a entender como os alunos entendem as ideias matemáticas de uma maneira concreta e como o seu próprio entendimento pode influenciar e estimular a aula.

Alertou-me ainda mais para o fato de os alunos precisarem ir do concreto, para o pictórico, para o abstrato para dominarem as ideias matemáticas e como os que fizeram, demonstraram pensamento de ordem superior e explicações inesperadas.”

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Publicações mais recentes Publicações mais recentes

Kayali, L., & Biza, I. (2018). Micro-evolution of documentational work in the teaching of the volume of revolution. PME42, Vol. 3, pp. 195-202.

Nardi, E., Healy, L., Biza, I., & Fernandes, S.H.A.A. (2018). ‘Feeling’ the mathematics of disabled learners: Supporting teachers towards attuning and resignifying in inclusive mathematics classrooms. In R. Hunter, M. Civil, B. Herbel-Eisenmann, N. Planas, & D. Wagner (Eds.), Mathematical discourse that breaks barriers and creates space for marginalized learners, (pp. 147-170). SENSE Publications.

Biza, I., Nardi, E., & Zachariades, T. (2018). Competences of mathematics teachers in diagnosing teaching situations and offering feedback to students: Specificity, consistency and reification of pedagogical and mathematical discourses. In T. Leuders, J. Leuders, & K. Philipp (Eds.), Diagnostic Competence of Mathematics Teachers. Unpacking a complex construct in teacher education and teacher practice, (pp. 55-78). New York: Springer.

Biza, Irene (2017) “Points”, “slopes” and “derivatives”: Substantiations of narratives about tangent line in university mathematics students’ discourses. CERME (pp. 1993-2000).

Kayali, L., & Biza, I. (2017). “One of the beauties of Autograph is … that you don’t really have to think”: Integration of resources in mathematics teaching. CERME, (pp. 2405-2413).

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