GESTÃO DA SALA DE AULA GESTÃO DA SALA DE AULA

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Neste eixo, exploramos como o ensino e a aprendizagem da matemática interagem com a qualidade da atmosfera de aprendizagem da sala de aula de matemática. A motivação para este eixo veio da pesquisa e da observação baseada na prática sobre a interferência frequente da gestão de sala de aula no trabalho que visa a objetivos louváveis de aprendizagem matemática. As Tarefas que criamos para este eixo baseiam-se em situações realistas de sala de aula que combinam questões seminais de aprendizagem e de ensino de matemática com questões de comportamento de sala de aula (por exemplo, gestão de sala de aula, conflitos entre estudantes ou entre estudantes e professores). O engajamento dos professores com estas Tarefas nos permitiu observar quais normas os professores desejam estabelecer em suas salas de aula (como respeito aos pares, valor do diálogo, importância da aprendizagem matemática investigativa) e se, focalizando questões comportamentais ou endossando visões dicotômicas e simplistas da aprendizagem matemática, os professores podem perder a oportunidade de envolver os estudantes em discussões metacognitivas e matematicamente desafiadoras. Você pode encontrar exemplos de Tarefas e publicações deste eixo a seguir.

Publicações mais recentes Publicações mais recentes

Kayali, L., & Biza, I. (2018). Micro-evolution of documentational work in the teaching of the volume of revolution. PME42, Vol. 3, pp. 195-202.

Nardi, E., Healy, L., Biza, I., & Fernandes, S.H.A.A. (2018). ‘Feeling’ the mathematics of disabled learners: Supporting teachers towards attuning and resignifying in inclusive mathematics classrooms. In R. Hunter, M. Civil, B. Herbel-Eisenmann, N. Planas, & D. Wagner (Eds.), Mathematical discourse that breaks barriers and creates space for marginalized learners, (pp. 147-170). SENSE Publications.

Biza, I., Nardi, E., & Zachariades, T. (2018). Competences of mathematics teachers in diagnosing teaching situations and offering feedback to students: Specificity, consistency and reification of pedagogical and mathematical discourses. In T. Leuders, J. Leuders, & K. Philipp (Eds.), Diagnostic Competence of Mathematics Teachers. Unpacking a complex construct in teacher education and teacher practice, (pp. 55-78). New York: Springer.

Biza, Irene (2017) “Points”, “slopes” and “derivatives”: Substantiations of narratives about tangent line in university mathematics students’ discourses. CERME (pp. 1993-2000).

Kayali, L., & Biza, I. (2017). “One of the beauties of Autograph is … that you don’t really have to think”: Integration of resources in mathematics teaching. CERME, (pp. 2405-2413).

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